My UX Design experience in Ireland

This week I finished the training course in UX Design that happened at the city of Dublin. It was two days of learning with a nice group and a experienced professional in UX Design.

During these two days I could understand a little about the daily life of an UX Designer in agencies, dealing with different scenarios and situations, usability test, technics and strategies to catch the user’s attention and make everything easier for him.

These procedures are extremely important to the goals of a company and offering a good user experience to this user, you are making sure he will be happy about your product and get involved to it.

As a internship in a company based in Dublin, I will try to put in practice some of my experience and make things happen.

Every week I’m going to write some of my adventures here, saying about my experience as graphic designer here, and some other things. Keep in touch 🙂

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Obrigado pela Moral

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Esta semana recebi do Observatório Nacional de Segurança Viária, uma medalha de reconhecimento ao meu engajamento ao movimento Maio Amarelo, importante ação nacional no combate a redução de acidentes no trânsito e educação.

Desde que criei o BuracosMT em 2011, comecei a ter uma atenção especial a questão da educação para o trânsito, e a página que era focada apenas em buracos nas ruas, se transformou num espaço de denuncias e flagrantes de irregularidades no trânsito, e hoje de certa forma, ajuda a provocar uma reflexão das nossas atitudes nas ruas.

Também através do BuracosMT tive a ideia de criar o Vá Nesta Direção, já início 2013, e nele pude praticar meu lado publicitário, colaborando para a educação no trânsito. Meu contato com o Movimento Maio Amarelo nasceu nesta época, quando eu buscava informações e referencias sobre projetos focados na educação no trânsito, e assim nasceu este primeiro contato, onde através do VND, eu compartilhava posts do Maio Amarelo, e eles também os nossos posts.

Vá Nesta Direção, assim como o BuracosMT não são projetos que eu “seguro nos dentes” sozinho. Mesmo não sendo veículos que se sustentam financeiramente, tenho amigos que acreditam e tem o mesmo propósito de ajudar a fomentar sobre o tema, e estão sempre me apoiando, dando idéias e colaborando, em especial Walber Desto, que se eu pudesse repartia essa medalha com ele.

Desta relação nasceu o convite para representar o Maio Amarelo no estado de Mato Grosso, e desde então mantemos esta relação positiva e colaborativa para fortalecer nossas mensagens, onde o foco é a educação no trânsito.

Apesar desta medalha ter sido endereçada a minha pessoa, considero o engajamento de todos que fazem parte deste movimento, e como eu “disse” no Facebook: Obrigado pela moral Maio Amarelo!

 

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Vegano chato nas redes sociais

VEGANOCHATO

É comum em redes sociais pessoas publicarem seus pratos gourmets, ou um simples almoço do dia dia, mostrar o quão estão felizes ao publicarem aquela picanha que dizem ser suculenta por causa do sangue que ainda escorre misturado ao sal grosso e os demais temperos.

Seja no churras “cozamigos” ou no jantar em família, há sempre uma foto com algum prato carnista, quando não, a ostentação do bacon….”nham nham”, “não vivo sem”.

Abriu uma hamburgueria nova na cidade lá estão eles fazendo selfies com aquele burguer fodástico cheio de condimentos calóricos, okay, não sou nutricionista de ninguém aqui, coma e seja feliz, mas o ponto não é este, ainda.

São diversas publicações nas redes sociais, e conversas nas mesas com os amigo que abordam assuntos sobre alimentos em geral, e isso é absolutamente normal, pois faz parte do nosso dia dia, mas as pessoas esquecem isto, e basta um vegano opinar para se tornar um ativista chato.

Comedores felizes de carne animal parecem que tem uma tolerância abaixo de zero quando um vegetariano publica seus pratos nas redes sociais ou quando comenta sobre o leite da vaca ou a vida confinada de aves que vão para o abate, e logo são rotulados como chatos.

Lembro que no grupo de amigos que faço parte no “whatsapp” onde diversos assuntos são colocados em “pauta”, fui rotulado com um destes “só fala nisto” ou “você ficou chato depois que virou vegano”.

Na hora achei estranho, parei para pensar se era realmente isto, dei uma navegada pelas conversas antigas do grupo e não havia encontrado qualquer manifestação minha sobre o assunto, além de conversas que por ali rolavam, e até ignorando pequenas provocações, aquelas bem sutis mas que são tão idiotas que não merecem respostas, então.

Bastou um “A” sobre alimentação vegana que eu virei o inimigo número 1, o chato que só fala disto, mas o curioso disso tudo é que o grupo era repleto de fotos de churrascos, e conversas sobre comidas, e o quão bom estava a costelinha.

Sou publicitário, vira e mexe publico em minha timeline assuntos referentes ao meu trabalho, seja um trampo novo que eu realizei, ou um projeto que estou envolvido. Gosto de ter um retorno, e sei ouvir as críticas, mas isto não acontece.

Geralmente estas publicações passam direto, pois para as pessoas não importa o que você faz, a não ser que eu publique um porco levando uma facada no pescoço enquanto o sangue escorre e ele se debate no chão, ai você virou o ativista chatão, e nem precisa ir muito longe, basta publicar um prato vegano para chover alguns palpites e comentários idiotas, “bacon, nhan nhan”.

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Face ou Filho?

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Sem dúvidas ter uma página do Facebook é importante para você que tem algum projeto, seja na web ou no mundo físico. Antigamente dizia-se que ter uma empresa física e não estar na internet é como se não existisse, hoje eu digo que estar na internet e não estar no Facebook também é não existir.

Porém como nos dois ambientes, é preciso trabalhar para que estes projetos prosperem de maneira positiva, e é ai que muita gente acaba morrendo na praia. São inúmeras Fanpages desatualizadas, empresas com nome no mercado mas com publicações feitas por último em 2012, em pleno ano 2016.

Empresas entram no Facebook por modismo e se comportam em comodismo. Acreditam que estar no Facebook basta, e deixam de cuidar do “filho” que acabara de nascer. Assim como uma criança recém nascida, é preciso alimenta-la, dar carinho e esperar crescer forte e saudável, e se assim não for, cresce uma criança fraca, sem rumo, e mal educada, e é assim que devemos encarar nossos projetos na internet, principalmente aqueles que estão nas redes sociais, onde requer maior cuidado, pois o dinamismo desses novos tempos pede que seja assim.

Uma criança demora para atingir a sua maturidade, é preciso saber educar, ter paciência principalmente, não será de um dia para o outro que você verá seu filho se destacar na escola, ou nos esportes, ou seja qual for a área que ele escolher, se não tiver uma boa base de educação isto pode demorar muitos anos, e até mesmo não acontecer, e é assim que deve também ser encarado as redes sociais.

Estar diariamente ali se mostrando presente, levando conteúdo com qualidade, mesmo que seja apenas para seu único seguidor da página. Vejo que muitos pessoas que trabalham com social media deixam de publicar por terem poucos seguidores, alegando que ninguém vai ver, mas isto é um erro.

É preciso publicar independente do número de seguidores que você tenha, pois o que vale é o conteúdo. Se uma pessoa se interessa por um post que você criou, já é um sinal que outras pessoas possam gostar, e é ai que você vai criando o seu publico e seu “filho” começa a tomar corpo até virar um adulto inteligente e saudável, mas isto depende do pai que está por trás. E então? que tipo de pai você é?

Wagner Rosati
Publicitário e idealizador dos projetos BuracosMT e Vá Nesta Direção

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