E você achando que era simples como morder uma maçã…

https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-snc7/s320x320/312041_10150402451064346_517864345_8007751_220983671_n.jpg

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BURACOS MT no FACEBOOK


A nova página no FACEBOOK https://www.facebook.com/BuracosMT promete render muito, pois conteúdo é o que não falta.

Uma proposta bem humorada para falar dos buracos, protestar e denunciar. A idéia é fazer com que todos os usuários que curtirem a página participem. É fácil, é só postar a foto do buraco mais próximo.

Wagner Rosati, criador da página, teve essa ideia depois de inúmeros pneus rasgados, furados, por conta dos buracos de Cuiabá.

“É incrível como Cuiabá e Mato Grosso tem buraco, isso não pode ficar assim, nas escondidas, no underground, eles precisam ser divulgados o mais rápido possível, pois eles precisam aparecer, eles estão cada vez mais fortes, e estão se unindo contra o asfalto”

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A Traição no Mundo do Design

Todos nós sabemos sobre os famosos sobrinhos que conhecem uma ferramenta de design gráfico, e que estes cobram barato e por isto conseguem muitas vezes pegar clientes que poderiam ser nossos.
Quando eu falo “nossos” eu quero dizer, nós designers, que estudamos, nos dedicamos e temos conhecimentos técnicos e conceitual para desenvolver uma design que funcione para o cliente.

Até ai tudo bem, faz parte do Mercado. Nós mesmos fazemos isso em outros segmentos o tempo todo; roupas, alimentos, etc. Quantas vezes ja deixamos de comprar um produto bacana de uma marca conhecida, por um mesmo produto de uma marca desconhecida e de qualidade inferior? Tudo bem, fazemos isso sem remorsos, não temos vínculo com o dono da marca que queríamos, então quando sobrar uma graninha eu vo la e compro a marca que eu queria, mas por enquanto essa me quebra o galho.

E quando o profissional é você, e a pessoa que precisa do serviço gráfico é seu amigo ou seu parente? e se esta pessoa nem falar com você, e quando você vê, la esta ela, com o serviço feito, e quando olhamos o que você pensa?

Existem três pontos; Se a arte esta melhor do que você poderia fazer, a tendência é você pensar;”Ele fez com outra pessoa por que esta pessoa é mais experiênte/melhor do que eu”

Se a arte esta niveláda com teus conhecimentos e você gostou, a tendência é você pensar: “Ficou bacana, mas poderia ter passado pra eu fazer”

Se a arte está muito ruim e de péssimo gosto, a tendência é você pensar:”Acho que Fulano ganhou esta arte de graça, só pode” ou “Ué? Fulano não esta cansado de saber que eu trabalho com isto?”

Enfim, uma série de perguntas ficam no ar quando estas coisas acontecem. O chato não é a grana que você deixou de ganhar por não ter feito o job, mas sim por ser ignorado por alguém que sabe que você poderia fazer melhor, ou pelo menos achamos que sabe.

Alguns clientes simplismente não tem noção de bom gosto, e não conseguem enxergar diferença entre um design ruim e um design bom.

Como profissional, isso não deve abalar. Mas quando existe um alguém que faz parte da sua vida, como um amigo, ou um parente próximo, é como se tivessemos sido traído pela parceira, e que também ficam 3 pontos a se pensar:

A pessoa que eu fui traído pela minha esposa/namorada pode ser mais bonito, mais gostoso e mais atraente do que eu, ok tudo bem existe um motivo, que é a atração sexual…

A pessoa se parece comigo, mesma estatura, e tem um carro do mesmo modelo que o meu, não deveria ter sido traído…

A pessoa é feia, chata, não tem o segundo grau, fala errado…por que eu fui traído?

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É justo cobrar pelo tempo que leva para o desenvolvimento de um produto?

É justo cobrar baseado em tempo de desenvolvimento?

Muitos profissionais usam do TEMPO como referência de custo, para cobrar um cliente, isto é, o cliente fica a mercê do ritmo do desenvolvedor, ou designer. Acredito que um trabalho que envolva criação, não deveria ter como base o tempo que leva para finalizar.

Existem diversos profissionais, e cada um tem seu ritmo, seu horário, seu tempo. A criação é baseada em conhecimentos, se não existe estudos, não existe conhecimento, e se não existe conhecimento, não existe criatividade.

Esse tipo de trabalho, deve ser dedicado com exclusividade. A partir do momento, que estipulamos um tempo para a criação de uma logomarca, por exemplo, estamos limitando e enlatando a criação, que é toda baseada em tempo, e a cobrança pessoal para que o trabalho seja finalizado com sucesso dentro do prazo estipulado, força o designer a não experimentar novos conceitos e aplicar a marca que esta nascendo.

Um profissional que trabalha e cobra por horas de trabalho, não usa um cronometro. Ele estipula aproximadamente o quanto ele quer por hora, e joga para o cliente que para desenvolver determinado projeto, ele vai levar, vamos supor que 5 horas. Então multiplica-se o valor pelo número de horas, e la esta feito o orçamento.

A pergunta é, o quão justo é tudo isso? E se o designer orçar a criação de um site baseado em 20 horas, e o mesmo terminar em 12 horas? Como vai ficar as 8 horas que sobraram? com certeza o designer não irá devolver a diferença, e logicamente o cliente nunca irá saber que seu produto foi desenvolvido em menos horas do orçado; resultado? perdeu dinheiro.

O que realmente deve valer é a solução apresentada. Estar preparado para desenvolver com qualidade e eficiência. Se o designer criar um conceito, uma logomarca em menos de 2 horas, pode ser fruto de sua competência, de seus estudos, de suas habilidades, e o mesmo não poderia ganhar menos, uma vez que utilizasse como base o tempo para orçar.

Moral; um designer “meia-boca” pode levar 30 horas para desenvolver uma marca, que ele julga a ideal para seu cliente, e cobrar por estas horas. Um designer experiente pode levar 10 horas, e oferecer um produto que funcione, adequado ao cliente. Quem iria sair ganhando em termos financeiros?


Wagner Rosati

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Logotipo Família Chic

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Logotipo Smater Networks

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Framework CSS, Muse e Afins, vale a pena perder a criação?

Criança e PaiExistem inúmeros sites disponibilizando Frameworks CSS para nos ajudar a desenvolver páginas na internet.
Desenvolver um site do zero, diante de inúmeros frameworks que existem, não é reinventar a roda, como dizem por ai.

Usar framework css por exemplo, você deve obedecer a lógica do autor, entender a estrutura, estudar as classes e divs que foram criadas, entender a semântica, as condições, enfim, uma série de procedimentos para que no fim você possa ter toda essa comodidade. Comodidade essa duvidosa, pois, cada projeto é um projeto particular, não existe padrão, e você no fim das contas vai precisar colocar a mão no código e criar sua classe específica, e o tempo que levou para entende-lo, é o tempo que você pode se dedicar a estruturar todo o seu site do início. Então por quê usa-los?
Se for pra entrar nessa de facilitar a vida com frameworks, muses e afins, vamos então usar templates e o problema esta resolvido. Só trocar imagens e conteúdo. Fácil né?

Conhecer o CSS e o HTML é fundamental para o uso destes frameworks. Desenvolver um site do zero, é ter total autonomia sobre o projeto, é entender cada carácter cada linha de código, e no fim das contas, a experiência no desenvolvimento foi muito mais rica e motivadora.

Usar framework, muses, e afins, é como se fosse adotar uma criança já com seus 15 anos de idade. Ela foi educada por alguém que não conhece, você não sabe os seus costumes, vai precisar conhece la, e aprender a conviver em harmonia. Não se sabe se te trará problemas futuros, e o pior, você perdeu a melhor parte, que é ensinar seu filho a falar, a ter boas maneiras, a se comportar. Vai ter perdido a oportunidade de brincar, de sorrir, de dar o primeiro banho.
E estar preparado para a vida. No nosso caso, para o mercado de trabalho.

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How to Use jQUERY

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Desenvolvedores respondem ao Adobe Muse

Designers e desenvolvedores acusam Adobe de não entender a web e criar uma ferramenta que pode danificar ao invés de ajudar o setor. Craig Grannell investiga

A resposta à aplicação da nova ferramenta da Adobe, codinome Musa , tem sido, na melhor das hipóteses, divididas. Gerente de Produtos do Grupo Adobe, Danielle Beaumont, diz que esta em comunidades centradas e forum Muse, têm reagido de “extremamente positiva” da moda, mas não é isso que estamos ouvindo. A maioria dos desenvolvedores e designers que nós falamos, reclamam que Muse é uma prova que a Adobe perdeu o seu caminho, não entende de web design e web designers, e criou um software que pode danificar o futuro da web.

Setor Impresso

Beaumont nos diz que há “muita escuridão entre “designers “e” desenvolvedores “, e diz que a pesquisa de mercado da Adobe revelou que Muse seria recebido positivamente pelo designers gráficos de impressos. Foi especificamente destinadas a ter uma abordagem diferente do Dreamweaver, embora a empresa ainda assim considerado incorporando características do Muse em InDesign, Dreamweaver e Fireworks. “Mas nós sentimos que tínhamos o melhor endereço de nossos clientes-alvo com um novo produto, voltado exclusivamente a suas necessidades”, acrescenta.

No entanto, os web designers e desenvolvedores com quem falámos reagiram com horror ao Muse com afirmações feitas nos vídeos da Adobe marketing. Devido à natureza de layout baseado em Muse, o comentário faz uma grande coisa sobre o aplicativo, que não exige conhecimento de codificação; pior, que quase parece menosprezar codificação, reclamam os web designers.

Matt GemmellMatt Gemmell“Talvez, mas está ficando maior”, retruca desenvolvedor Matt Gemmell . Ele acha que é irrelevante de qualquer jeito, porque o importante para o Muse, é a sobreposição de pessoas que usam ferramentas de layout de impressão, querer produzir para a web, mas nunca usou inúmeras ferramentas existentes para fazê-lo. Ele considera o Muse, um lançamento bizarro, já que os designers gráficos tiveram anos para pensar em suas estratégias de web:” Muse, em virtude de sua alienação deliberada de quem quer ou precisa ser capaz de ajustar a saída de código, certamente tem um potencial muito pequena base de usuários “, argumenta ele.

Um futuro livre de código

Comentários dentro do vídeo sobre a codificação se tornando obsoleto e as pessoas não terem de “mão-editar arquivos PostScript ou PDF para impressão” mais irritou muitos daqueles com quem falamos. “A menos que todos, de repente começam a usar o mesmo navegador, o desenvolvimento dos padrões web é interrompido, e a semântica é delegada a algum tipo de meta-dados, código otimizado será sempre importante”, afirma DM Logicdiretor Darren Miller. “Você pode optar por não se preocupar com isso, mas seus sites serão mais pobres como resultado.” E Yiibu projetista Bryan Rieger, notou que pessoas reclamavan a falta de ferramentas de programação visual, que permitiria a qualquer pessoa criar software, mas os programadores de hoje, no entanto a maioria escreve código, enquanto muitos designers web usam cada vez mais ferramentas como Sass, Compass e Node.js.

O comentário PostScript também foi demitido. Gemmell diz que “não editar formatos que não são projetados para edição de mão humana e que são processados ​​de maneira previsível”. Rieger acrescenta que HTML simplesmente não é conceitualmente semelhante ao PostScript: “HTML tem significado e semântica – é projetado para funcionar em vários dispositivos, não como uma tecnologia para tornar fielmente um layout em um contexto”.

Aral BalkanAral BalkanTais comentários, o designer UX da Adobe Aral Balkan, saber se a empresa “não entende a diferença entre projetar para impressão e mídias interativas” ou se é do interesse da Adobe para “fingir mal-entendido para que ele possa vender uma ferramenta menor denominador comum para as massas “. Ele acha que designers de impressão são “como equipado para projetar websites como eles são para projetar aviões” e diz que não há ‘design’ universal você pode aprender, porque cada meio tem suas peculiaridades, restrições e limitações. “Com design web, você precisa de habilidades de design gráfico, design habilidades de movimento, mas o mais importante a compreensão de como projetar interações. Nenhuma ferramenta mágica vai transformar você em um designer de interação, se você é um designer de impressão. Apenas estudando e fazendo design de interação vontade. Adobe Muse fará de você um web designer, tanto quanto possuir uma câmara de vídeo vai transformá-lo em um cineasta. “

Um caso de má ‘divitis’

Tom MullerTom MullerInfelizmente para a Adobe, a sua postura de código-livre não leva à uma saída refinada. “Minha primeira reação ao ouvir Adobe tinha lançado um novo aplicativo com o objetivo de resolver o ‘problema’ de fazer websites fácil para todos – ou pelo menos designers de impressão – era  como um alarme saindo na minha cabeça”, brinca o designer gráfico Tom Muller . “Mas eu queria dar a Adobe o benefício da dúvida, e Muse inicialmente parecia bom. Em aprofundando, porém, tornou-se dolorosamente claro. Muse será sem dúvida uma ajuda enorme para as pessoas que não codificam”

Desenvolvedor Elliot Lewis reclama que a saída de Muse “ignora acessibilidade, tempos de carregamento, SEO e semântica”, e Clearleft e  o designer de visuais Paul Lloyd, chama o código do Muse “sem sentido, não estruturados e inacessível”. Ele está irritado com Adobe para permitir esta lacuna: “Web designers estão finalmente entendendo a web como um meio em si mesmo, aspirando a ser acessível e independente de dispositivo. Muse agora se esforça para impressão como perfeição, independentemente de quantas imagens e comentários condicionais que requer. Isto é equivocado. “

Beaumont responde que a Adobe Muse não é cega a deficiênte  a respeito de código e diz que existem planos para melhorar este aspecto da aplicação à medida que evolui. Exemplos incluem mudanças sinalizadas para HTML duplicado para apoio IE (“Este é o legado de quando estávamos considerando a compatibilidade IE6 – pretendemos passar para uma abordagem mais limpa”), uso excessivo de divs e as regras de CSS (Adobe está investigando a remoção divs extra para carros alegóricos e “modernização” de nove corte, utilizando “novos CSS3 características com fallback para o IE”), de partilha de imagens, sprites, SEO-friendly tags, semântica HTML5, e suporte a fontes web. “Os usuários de Muse, então, ser capaz de beneficiar destas melhorias por sites republicação”, acrescenta ela.

E o designer Steve Harris reclama sobre a eficiência e potencial que Muse substitui qualquer saída de código de má qualidade: “Todos os extras faturáveis ​​assuntos segundo, quando você tem bocas para alimentar Enquanto eu acredito firmemente em fazer um trabalho corretamente na primeira vez e nunca tomar atalhos que irão comprometer. a qualidade do produto final, também concordo que há algumas batalhas não vale a pena lutar. Eu não tenho vergonha de admitir que a existência de um tag <div> estranhos não constitui uma batalha digna em meus livros. ” Ele acha que se você tiver o orçamento para o código bonito, grande, mas com orçamentos apertados e prazos, Muse “dá-lhe” a capacidade de oferecer websites visualmente atraente e altamente funcional em tempo recorde “. Arron Bailiss acrescenta que você não precisa usar Muse para uma solução completa ou: “Eu estarei colaborando com designers no futuro usando Muse para projetos do meu cliente, em vez de o processo tradicional de receber um projeto de Photoshop, que é estático e não-interativas. [Como um desenvolvedor], você preferiria ver um protótipo funcional de seu site ou uma imagem estática? “

O código do Muse que gera,  tem sido fortemente criticado por web designers e desenvolvedores experientes

Designers de impressos

Nathan PitmanNathan PitmanOutra das reivindicações da Adobe que é questionado é Muse sendo exigido pelos designers de impressão e design do site sem a tecnologia que permite “ficar no caminho”. NineFourdiretor Nathan considera que Pitman noção ridícula: “Você precisa de uma compreensão da tecnologia para projetar websites melhor. ? Se você perguntasse a alguém para projetar um carro sem uma compreensão da mecânica e aerodinâmica, você acha que seria um bom desempenho “Rieger concorda:” Você já viu os resultados de web designers que não têm um fundo de impressão fazendo design de impressão? Não é bonito. Por que pensamos o contrário será diferente? “

Gemmell argumenta que, em grande parte para baixo a importância – ele é tudo para dar às pessoas habilidades que não tinha antes, mas só por oferecer as ferramentas certas: “A interface de layout de impressão – com sua tela de tamanho fixo, os conceitos de elementos mestre, permitindo que muito avançadas de tipografia, com expectativa de sub-pixel-precisas de saída que é idêntico em todas as situações – não é adequado para as realidades da web design. Isto significa capacitar as pessoas Adobe é baseado em uma mentira: a de que seu fluxo de trabalho, existentes não relacionados é adequado para desenvolvimento web “Como designer gráfico, Muller é particularmente irritado com esse aspecto de marketing da Adobe..“Se eu acreditasse Adobe, Muse é ideal para mim, um designer gráfico que projeta websites.Finalmente, eu posso criar sites sem codificação! Mas eu sou um designer que sabe como código, e esse é o problema principal aqui – design da Adobe tratamento gráfico e código como mutuamente exclusivos, o que é errado. E quando Joe Adobe Shankar confessa que só agora, com Muse posso transporte adequado a estética de design gráfico para a web, bem, ele faz moer o meu engrenagens um pouco. “

Muller diz que ele está quase sozinho na ponte web e design gráfico, e acha que a única forma de avançar para aqueles que ainda não imerso em ambos é de aprender codificação: “Graças ao código, podemos agora incorporar fontes adequada em nossos projetos e criar dinâmicas, layouts adaptáveis , mas aqui vem Muse com a imagem, como texto de substituição e de largura fixa layouts -. um enorme passo para trás em web design acessível “Harris pensa de outra maneira, sugerindo Muse ser intuitivo para imprimir designers poderia usher em fato em uma miríade de” websites impressionante “de designers de impressão que vai desafiar aqueles na indústria para “melhorar, crescer e se adaptar (ou morrer)”.

Janela musa do novo site, com larguras fixas, trai a sua impressão orientado origens

Um aplicativo para o passado

Ignorando a relevância uma Musa momento (ou falta dela) para tipos específicos de designer e deficiências do seu código, parece Adobe ainda poderia ter lançado um aplicativo mais adequado para web design moderno, os designers com quem falamos que já experimentou a ferramenta encontrada que falta em todos os tipos de formas. “Enquanto Muse tem por objectivo passar do mundo datada de Dreamweaver e de alguma forma para re-utilização de elementos UI familiar a partir do InDesign, a suposição geral de que o design web pode ser explicado através de metáforas de impressão trite é um erro completo e total”, diz Elliot Jay Stocks . “O foco Muse é sobre as dimensões finitas, o que vai contra tudo o que aprendemos na web no últimos anos. Ao invés de educar através das melhores práticas e mostrar como é fácil de aprender HTML e CSS, Adobe oferece nada mais do que a chance mais para designers de impressão para enterrar a cabeça na areia. “(Ver artigo de stock de mais de seus pensamentos sobre Muse. )

Ter usado a ferramenta, Miller encontra mais aspectos do seu projeto de layout falta: “Qualquer coisa além de um elemento de bloco muito simples é renderizado como uma imagem. Adobe perdeu a oportunidade de ter uma página de fluido. Não há fontes na web e não há editor de estilo decente. O estilo que você pode aplicar parece não arranhar a superfície do que CSS3 pode fazer. “

E desenvolvedor Andrew Dean acha que não há nada no aplicativo que sugere “a criação de rico, dinâmico JavaScript aplicações avançados seria possível, não importa simplificado ou tornado mais poderoso”. Ele considera o código fonte Muse “um pesadelo DOM” e se pergunta se seria mesmo possível empate em qualquer tipo de sistema de comércio. Se você considerar que injusto para público-alvo do Muse, Dean lembra-nos que a distinção entre sites com e sem aspectos commerce consideravelmente turva. “E eu estou fixando sobre isso porque há uma clara necessidade de software que permite aos designers ‘gancho’ no ecommerce funcionalidade, um pouco como uma casa de decoração e utilitários para encontrar pontos e produtos de linha branca”, afirma. “Em vez disso, nós ainda estamos presos com o mesmo processo do designer criar uma bela sala que os desenvolvedores terão que cortar fora a, amaldiçoando todos os cruft o behind-the-scenes que as ferramentas do designer criou, em uma esperança vã para ligar algumas PHP ou DOM scripting “.

Muse é uma aplicação Air que se sente estranhamente fora de lugar no Mac OS X ou Windows

Muse Mainstream

Mas para todas as deficiências percebidas Muse, está todo mundo ficando quente e incomodado por nada? Muse não basta inserir em um nicho e não incomodar o mundo mais amplo de web design? Gemmell dúvidas que vai ter captação muito – “A base de usuários estreitas, juntamente com um conceito central anacrônica e intencionalmente simplificada que tem sido feito antes dezenas de vezes, não inspiram otimismo”. Muller diz, olhando para os sites showcase Muse, é “claro o alcance da aplicação é limitada”. E Lewis considera que já matou, por meio de modelo de subscrição da Adobe. “Pros não vai tocá-lo e não pode pegar pros aplicativos semelhantes para 50 dólares, sem custos em curso”, diz ele.(Beaumont defende os US $ 20 por assinatura mês vai permitir que a equipe atualizar freqüentemente do Muse conjunto de funções e de geração de código do motor para “assegurar a mais atualizada cross-browser e cross-platform consistência”, algo que irá “provavelmente” acontecerá um algumas vezes por ano para os recursos e mais vezes para correções de bugs.)

Rieger é mais pessimista, ele diz Muse – como está – “tem o potencial para nos puxar de volta para a idade das trevas da web, com sentido estrutura do documento, inchado [que é] focada em uma metáfora de página de tamanho fixo”. Ele está preocupado com o descaso do Muse para o trabalho “incontáveis ​​designers e desenvolvedores têm feito nos últimos dez anos para tornar a web uma experiência melhor para todos” e vê-la tomando conta de pequenos negócios e mercados empresariais. Dos Balcãs tem preocupações semelhantes, sugerindo Adobe “ninguém-pode-do-it atitude de-enfatiza o fato de que há um corpo de conhecimento, um ofício, uma disciplina, uma profissão aqui”. E Lloyd está irritado com o tom de marketing que rejeita o código como uma coisa do passado: “Talvez seja uma tentativa de alcançar um mercado inexplorado Adobe sente que pode vender software baseado em assinatura ainda mais, mas isso enfraquece o relacionamento com profissionais de criação foi outrora tão ansioso para impressionar. “

O showcase Muse, de acordo com designers com quem falámos, ilustra bem as limitações do app

O próximo passo

Então, onde deve Adobe próximo chefe? Balkan pensa Muse é a prova de “Adobe não recebe a web”, e ele argumenta que nunca fez: “É por isso que a Adobe comprou a Macromedia”. Ele recomenda Adobe começa a ouvir profissionais “que realmente fazem websites” e construir ferramentas para simplificar as suas vidas. Certamente já tem muitas ferramentas relevantes, se não o foco do necessário. “A Adobe tem baldes de opções para obter o conteúdo para a web: Dreamweaver. Contribuir. Flash. Flash para HTML5.Exportação do Illustrator HTML5. Edge, para HTML5 animações. Muse e, agora, para a saída de HTML com um fluxo de trabalho de layout de impressão “, rants Gemmell. “Mas cada aplicativo é diferente, e cada um produz uma saída diferente. Adobe precisa de uma estratégia unificada para a saída de web, porque as pessoas usam as suas aplicações, como parte de workflows complexos. A Adobe também tem os recursos para fazer algo sobre o horrível, bagunça, que é fragmentada espalhados sabores Creative Suite de exportação miríade web, e seria bom se ele realmente simplificou o problema em vez de adicionar a ele. “

Lloyd se pergunta se a Adobe está “focado em vender mais produtos, mais do que produtos de melhor” e pergunta se a empresa vai negligência fogos de artifício em favor da “idiotizadas ferramentas, homem comum”, como Muse: “Se assim for, onde estão as alternativas? Quem está disposto a intensificar e desenvolver ferramentas para aqueles construção web de hoje “Nem Adobe, acha Pitman:” Eu estou muito carinho. Adobe negligencia Pro Tools e distâncias maiores se do público que construiu um negócio por diante. Eu já desisti de Adobe nunca ter sentido para criar o aplicativo de web design que queremos. Eu estou prendendo as minhas esperanças em um indie, conforme descrito noProjeto Meteor “.

Muller é um pouco mais otimista: “Para ser justo, Muse está em fase beta, e espero que a Adobe está tomando nota das reações da indústria.” Ele diz que abandonou anos atrás no Dreamweaver perceber cuspiu código pobres, mas a sua experiência poderia ajudar Adobe hoje: “Eu precisava do ambiente WYSIWYG para começar e compreender a relação entre o código e os elementos da página. Seria bom se Muse poderia ser um trampolim para uma compreensão mais profunda de web design. “

E Mark Boulton , também, não acha Adobe é inteiramente acidentou. “Como um web designer profissional, há muito não gosto sobre Muse: o código que produz é sem sentido, o marketing da Adobe é enganosa, e é pisando o mesmo chão como Dreamweaver e FrontPage antes que ele antes disso. Mas, vamos deixar claro: isto não é uma ferramenta para web designers profissionais. É uma ferramenta destinada a designers de impressão que podem, por vezes, necessidade de produzir rapidamente um site funcional para um cliente.Imprimir designers não entendem, ou se preocupam, o código “, diz ele. Boulton pensa, se você colocar os problemas de lado e olhar para Muse como simplesmente um layout ferramenta para a web – não um site de construção e planejamento de ferramenta – é um desenvolvimento mais encorajador: “Eu quero uma ferramenta de layout projetado para designers web – não Photoshop, nem fogos de artifício , e não uma ferramenta que escreve código. E como a primeira dessas coisas, Muse faz alguns passos positivos na direção certa. “
Original

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Illustrator VS Corel Draw; Afinal, qual é o melhor?

Muito já foi conversado, discutido, fomentado pelos fóruns de diversos sites que falam sobre design gráfico, mas ainda a pergunta continua; Afinal, qual é o melhor Illustrator ou Corel Draw?
Estes temas geram polêmicas, pois existe uma cultura de usuários do Illustrator com comportamentos extremistas e se acharem superiores pelo simples fato de dominar o programa. Estes caras falam das possibilidades do programa, de suas facilidades, teclas de atalhos, estabilidade, agem como se fosse um representante da marca, como se ganhasse um cachê para defendê-los e divulgar , fazendo um merchandising gratuito.
As pessoas só esquecem que antes do software, existe o ser-humano, o responsável por pensar e criar. Antigamente criavam-se coisas maravilhosas com menos recursos que temos hoje, e ainda sobrevive pela competência e qualidade, não só no campo do design, mas em todas as áreas como a construção civil, tecnologia, e a própria publicidade, onde tudo era desenhado à mão, os personagens e os produtos a serem divulgados, enfim.
As ferramentas estão ai pra nos auxiliar na construção da mensagem de forma rápida, e os recursos estão disponíveis para nós, tanto no Corel, quanto no Illustrator.
Existem trabalhos excelentes criados no Corel Draw e também no Illustrator, como existem trabalhos ridículos desenvolvidos no Illustrator.
A pergunta não deveria ser “qual é o melhor”, e sim o quão bom você é para tirar melhor proveito do programa. Quem está acostumado com o Corel e parte para o Illustrator, a tendência é rejeita-lo, pois usuários do Corel estão acostumados com os atalhos, à forma de chegar a determinado resultado. E isto acontece com os caras do Illustrator, quando partem para o Corel. É mais uma questão de estar familiarizado com o software.
O que acontece no mercado no Brasil, é que o Corel é um software que se tornou popular, muitas gráficas a utilizam, agências de publicidade, e quem entrava no mercado acabava adotando o Corel como sua ferramenta principal, não por opção, mas por sobrevivência, ou até mesmo falta de conhecimento ou acesso para com outros softwares.
Com o Boom do Illustrator, muitos migraram, outros já começaram no próprio, e alguns outros permaneceram no Corel. E o que aconteceu? Um número de designers e empresas utilizando softwares diferentes. Gráficas exigem que os arquivos sejam entregues em CDR sendo que o designer desenvolveu tudo em AI. Designers de Corel que arrumam emprego em agências que adotam o Illustrator como ferramenta principal, ou vice versa. Isso acaba gerando um desconforto geral, criando essa rixa infantil.
Enquanto o Software escolhido sustentar sua família e pagar suas contas, é este que vai ser o melhor software.
Dominar o Microsoft Word não faz você alguém em potencial para escrever um best-seller.

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